A Inclusão Digital já se tornou assunto vastamente discutido tanto no meio acadêmico como na mídia. Promover a inclusão digital de alunos com deficiência além de natureza legal nos remete a um uma questão ética. Não podemos mais conceber que pessoas com totais condições intelectuais fiquem à margem dos recursos tecnológicos, uma vez que já dispomos de inúmeras possibilidades de incluí-los nas redes sociais e fazer com que o processo de ensino-aprendizagem seja tão atraente e sedutor para eles como é para os demais alunos que tem condições de fazer uso destes recursos.
Este blog trás a proposta de discutir estas possibilidades. Vem com uma proposta de ser a continuidade de uma trajetória já iniciada por outras pessoas que também se interessam por tais questões e que pretende ser mais um espaço de discussão. De discutir a importância dos conteúdos da Web se tornarem de mais fácil acesso a todos os usuários, independentemente da ferramenta a ser usada e das limitações associadas aos respectivos usos.
As pessoas de modo geral não fazem idéia do que é não ter acesso às páginas da Web e suas ferramentas. Mas, quem apresenta algum tipo de limitação, seja temporária ou permanente, sabe bem o que é sentir-se excluído. Alguns usuários podem não ser capazes de ver imagens, outros podem utilizar navegadores textuais e que não suportam imagens. A idéia não é restringir o uso de imagens, vídeos ou outros recursos, mas é refletir como torná-los cada vez mais acessíveis, maximizando suas funcionalidades. Não se trata de evitá-las, mas torná-las acessíveis através de um equivalente textual.
Os vídeos com áudio são excelentes recursos, no entanto, qual o sentido de apresentá-los a pessoas que apresentam deficiência auditiva? Para isto há o recurso da tradução simultânea.
Há inúmeras formas de possibilitar a inclusão digital...
A conversa continua...
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